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Relembro aquele oásis no deserto
e por minha mansão os braços dela
dormíamos á noite a céu aberto
corpo com corpo parcela com parcela.
surgiam caravanas com afã
mal se espalhava luz pelo nascente
e o sol que vinha em dunas na manhã
adormecido em ti, sorria á frente.
e o deserto mar dessa miragem
nos fazia sonhar como gigantes
por vezes era alto e outras margem
limitada na areia por instantes,
pegava-te nas mãos e a fresca aragem
depositava em nós sonhos distantes.
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